O fenômeno da guitarra blues Eric Gales nasceu e foi criado em Memphis, onde aprendeu a tocar, aos quatro anos, com os irmãos mais velhos, imitando seu estilo canhoto com a guitarra de cabeça para baixo (uma tradição passada por seu avô, Dempsey Garrett). Gales faz um blues rock no melhor estilo Jimi Hendrix. Aliás, muita gente diz que, se alguém se aproxima do guitarrista incomparável que Hendrix foi, esse alguém é Eric Gales. Visto como um prodígio, Gales é celebrado por nomes como Joe Bonamassa, um dos principais nomes do blues da atualidade, e segundo ele, Erci é “um dos melhores, se não o melhor guitarrista do mundo”. Mark Tremonti, guitarrista da Alter Bridge e da Creed acha ele tão bom que “poderia ser o melhor guitarrista do mundo… é incrível”. E completa: “Ele é quem faz seu queixo cair. É muito inspirador, realmente aterrorizante”.






 

 

 

Delvon Lamarr Organ Trio - ou como às vezes é carinhosamente chamado, DLO3, mistura ingredientes de um coquetel inebriante que incluem uma boa porção de estilos jazzísticos de órgão dos anos 1960, de Jimmy Smith e Baby Face Willette, uma pitada de Booker T. & The M.G.’s e The Meters, e polvilha Motown, Stax Records, blues e guitarra cósmica ao estilo Jimi Hendrix em uma mistura de soul-jazz, que faz qualquer plateia balançar. Ao vivo, a química intuitiva da banda é incomparável, repleta de improvisações, composição instantânea, interpretações imaginativas de melodias clássicas e um catálogo de joias emocionantes. A banda conta com o organista Delvon Lamarr, virtuoso autodidata, com afinação perfeita, que aprendeu jazz sozinho e é capaz de tocar uma infinidade de instrumentos sem esforço. Na guitarra está Jimmy James, que toca no estilo Steve Cropper, com solos de rock ácidos e jazz ao estilo Grant Green. De Reno, Nevada, vem o baterista Dan Weiss (também do poderoso coletivo de funk e soul The Sextones). A bateria pocket-groove de Dan dá liga a química explosiva do trio. Desde seu início em maio de 2015, o trio lançou álbuns, fez uma turnê nacional e internacional e se apresentou ao vivo no Upstream Music Festival, transmitido pela KEXP, que obteve mais de 7 milhões de visualizações.






 

 

 

Jon Cleary é um músico de funk e R&B britânico radicado em New Orleans, Louisiana, onde estudou a "cultura musical e a vida de New Orleans", de acordo com seu site. Cleary que é multi-instrumentista, vocalista e compositor, acompanhou, como sideman, nomes como Eric Clapton, Bonnie Raitt, D´angelo, Maria Muldaur e Taj Mahal. Tocando com ícones do blues como Smokey Jhonson, James Singleton e George Porter. Viajando com uma destas gig´s, encontrou Walter “Wolfman” Whashington na platéia que se emocionaou com a com a forma de Cleary tocar. Washington ofereceu a Cleary um lugar em sua própria banda, onde tocou com por dois anos, continuando sua introdução a formas mais sofisticadas de R&B e blues, além de incorporar influências latinas em seu estilo. Toda esta estrada rendeu a Cleary, em 2016, o Grammy de melhor disco de música regional, com o álbum “Gogo Juice”.






 

 

 

De fala mansa por natureza, ROOSEVELT COLLIER, criado no sul da Flórida, grita no lap steel. Criado na tradição do "aço sagrado" da Igreja da Casa de Deus, Roosevelt construiu sua reputação ao lado de seus tios e primos no grupo “The Lee Boys”, conhecidos por suas apresentações ao vivo comoventes. Sentado na frente e no centro, "O Dr." deixa uma marca indelével nos ouvintes, impactando o público com a velocidade de seus slides no lap steel. Apresentou-se ao lado de grandes artistas, como Allman Brothers, Tedeschi-Trucks, Los Lobos, Del McCoury Band e inúmeros outros. Em 2017, Roosevelt estreou seu novo projeto “Bokanté”, uma "World Music All-Star Band" criada pelo fundador do Snarky Puppy, Michael League e contando com os vocais de Malika Tirolien. Como band leader, em 2018, lançou o tão aguardado álbum de estreia, apresentando uma mistura incrível de blues, gospel, rock e funk, tudo feito pelo produtor e colega de banda Michael League.








 

 

 

Keith Dunn é gaitista, cantor, compositor e produtor de Boston, EUA, e radicado em Rotterdam, Holanda. Entre diversos artistas, trabalhar com Jimmy Rogers (membro da Muddy Waters Band original) e, em seguida, Hubert Sumlin (guitarrista do Howlin ’Wolf) foram influências essenciais para a formação de seu estilo de tocar único. É uma gaita melódica e percussiva que está enraizada na tradição do blues, mas improvisada e de mente aberta. Como explica Keith Dunn, “Eu toco gaita da mesma forma que Hubert Sumlin toca guitarra e Jimmy Rogers canta. Gosto de criar belos sons e pintar um quadro surrealista com gaita”. Durante o período que morou nas cidades de Rhode Island, Dallas, Fort Worth e Austin, Texas e San Francisco, Keith pode se relacionar com artistas como Muddy Waters, Howlin 'Wolf, James Cotton, Big Walter Horton, Otis Rush, Big Joe Turner, Etta James, Charles Mingus, Bob Marley, Jimi Hendrix, Hound Dog Taylor, Ella Fitzgerald, Count Basie, Roy Eldridge, JB Hutto, Willie Dixon, BB King, Charlie Musselwhite, Jr. Wells, Hubert Sumlin e Jimmy Rogers. Além de seu trabalho de produção, Keith Dunn continua a se apresentar ao redor do mundo com sua variedade usual de projetos e estilos enraizados pelo o blues. Usando sua imensa experiência musical, Keith se apresenta com a mesma alegria, entusiasmo e profundo comprometimento que sempre teve, desde o início de sua carreira. Ele está cumprindo a promessa que, certa vez, fez a Muddy Waters. Keith Dunn está mantendo o blues vivo!





 

 

 

Há 30 anos Nico Rezende é sinônimo de sucesso no cenário musical Brasileiro. O artista, ao longo da carreira, como cantor, tecladista e violonista, participou como músico, produtor e arranjador de álbuns de Cazuza, Marina, Lulu Santos, Roberto Carlos, entre muitos outros. Chet Baker (1929 – 1988) revolucionou o mundo do Jazz com sua voz suave e improvisos melódicos, influenciando gerações de músicos e estilos como a própria Bossa Nova. O concerto Nico Rezende canta Chet Baker tem como característica marcante o estilo pop das canções interpretadas por Chet Baker, com melodias e solos num formato atual até hoje. Esse show é uma homenagem do cantor e compositor Nico Rezende ao cultuado artista, intérprete, trompetista e precursor do cool jazz. Nico Rezende (piano e vocal); Guilherme Dias Gomes (trompete); Fernando Clark (Guitarra); Alex Rocha (contrabaixo acústico) e André Tandeta (bateria), executam neste show, clássicos como : “Time After Time”; “My Funny Valentine”, “There Will Never Be Another You”, entre outros. Esse trabalho foi registrado em um DVD, lançado pela gravadora Fina Flor





 

 

 

Hamilton de Holanda com Daniel Santiago (violão), Thiago do Espirito Santo (baixo) e Edu Ribeiro (bateria), formam o Hamilton de Holanda Quarteto, uma síntese do Brasilianos (2006 – 2011), que rodou o mundo, ganhou diversos prêmios e uma legião de fãs. O tocar e improvisar de Hamilton transcende limitações e gêneros. Hoje ele viaja para os diferentes cantos do planeta “trazendo seu coração na ponta dos dedos”, apresentando suas próprias composições com seu som característico. Ele interage com outras tradições musicais, conjuntos e instrumentos. Isso permite que ele seja o solista convidado do Wynton Marsalis e sua Jazz at Lincon Center Orchestra, ou executar suas próprias composições com orquestras sinfônicas de todo o mundo; dos Festivais Rock / Pop ao megashow de Dave Mathews Band no The Gorge; do lendário palco do Central Park em Nova York aos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro; dos nobres museus como o Smithsonian em Washington ou o Grand Palais de Paris até o nosso famoso Carnaval no Rio de Janeiro. Lugares como Austrália, França, Alemanha, Holanda, Itália, Noruega, Estados Unidos e outros países e festivais ao redor do mundo. Hamilton dividiu o palco ou gravou com Wynton Marsalis, Chick Corea, The Dave Mathews Band, Paulinho da Costa, Chucho Valdes, Egberto Gismonti, Ivan Lins, Milton Nascimento, Joshua Redman, Hermeto Pascoal, Gilberto Gil, Richard Galliano e John Paul Jones. , Bela Fleck, Stefano Bollani entre muitos outros.




 

 

 

Solista de referência mundial, compositor talentoso e band leader, o saxofonista Chris Potter emergiu como uma estrela de sua geração. A Down Beat o chamou de “Um dos saxofonistas mais estudados (e copiados) do planeta”, enquanto o Jazz Times o identificou como “uma figura de renome internacional”. O experiente saxofonista de jazz Dave Liebman o chamou simplesmente de "um dos melhores músicos que conheço", um sentimento compartilhado pelos leitores da Down Beat, que o elegeram como segundo melhor saxofonista, atrás apenas do grande sax tenor Sonny Rollins no ranking do leitor de 2008, da revista. Um potente improvisador e o músico mais jovem a ganhar o Prêmio Jazzpar da Dinamarca, a impressionante discografia de Potter inclui 15 álbuns como líder e aparições secundárias em mais de 100 discos. Ele foi indicado ao Grammy por seu trabalho solo em "In Vogue", uma faixa do álbum de Joanne Brackeen, Pink Elephant Magic, de 1999, e foi destaque no álbum vencedor do Grammy de Steely Dan de 2000, “Two Against Nature”. Já tocou e gravou com muitos dos principais nomes do jazz, como Herbie Hancock, Dave Holland, John Scofield, a Mingus Big Band, Jim Hall, Paul Motian, Dave Douglas, Ray Brown e muitos outros.





 

 

 

A Banda Black Rio é uma referência da música negra brasileira no mundo. Em seu primeiro disco, "Maria Fumaça" (1976 - Warner Music), nasceu o gênero musical reconhecido como sambajazz ou sambafunk, uma fusão da música brasileira com o jazz e soul estadunidense. Formada em sua base por grandes músicos negros oriundos dos bairros da periferia do Rio de Janeiro, a Banda Black Rio imediatamente estabeleceu um conceito único pela combinação original de samba e grooves de funk americano. Com arranjos inovadores para metais e uma poderosa base rítmica, esses mestres projetaram uma mistura harmoniosa que permanece forte e atual por mais de quatro décadas. Desde então, a banda Black Rio tem sido uma ótima referência para artistas internacionais como Jamiroquai, MosDef e Incognito, e inúmeras bandas que surgiram na cena do acid jazz londrino, que gravaram ou foram influenciados por suas músicas. Ao longo dos anos, a banda teve diversas formações, sempre com músicos de extrema competência e grande dimensão no universo instrumental brasileiro e que mantiveram rigorosamente sua filosofia artística. Atualmente, o líder da banda William Magalhães (filho de Oberdan Magalhães, um dos fundadores desse projeto) apresenta o mais novo o álbum da banda "O Som das Américas", com participação de grandes nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Elza Soares, Cesar Camargo Mariano, Chico Cesar e da cantora intermacional Heyde Vogel.





 

 

 

Com quase 30 anos de carreira internacional, o brasileiro Alamo Leal foi sempre aclamado no circuito de blues da Europa. Carioca, cresceu escutando os pioneiros bluesman do Mississipi, como Son House, Skip James e Robert Johnson. Mudou-se para Londres em 1971, onde começou sua carreira profissional, aprimorando-se através do contato constante com artistas mais experientes. No início da década de 90, Alamo fez uma grande turnê pela América do Norte, começando pelo Canadá, e depois Detroit e Chicago, onde se apresentou ao lado do lendário guitarrista de John Lee Hooker nos anos 50, Louis Mr.Bo´Collins. De 1995 em diante, morando entre Paris e Londres, tocou em grandes festivais e clubes por toda a Europa, dividindo o palco com gigantes como Luther Allison, Clarence Gatemouth Brown e Joe Louis Walker. Seu primeiro lançamento “Rythm Oil”, pela Armadillo-Records foi escolhido como álbum do ano da revista inglesa Blueprint (1998), e sua banda, Alamo Leal Band, como o melhor grupo estrangeiro na Holanda (1999). Álamo inaugurou o novo século com um projeto ao lado do lendário ‘funk master’ Pee Wee Ellis - sax de James Brown e Van Morrison, que fez grande sucesso até o final de 2002. Em 2009, lança “Alamo Leal” pelo selo Delira Blues, tendo por acompanhantes a melhor banda de apoio do Blues brasileiro, os “Blues Groovers” - Otavio Rocha, Beto Werther e Ugo Perrotta. Conta ainda com as participações especiais de Flávio Guimarães, Frank Colon, Arnaldo Brandão, Marco Tommaso e Ricardo Werther. Este CD resume as várias experiências musicais de Alamo Leal e evidencia seu estilo muito pessoal. É um marco brilhante na sua longa jornada. “Um músico de classe e talento no cenário contemporâneo de blues na Inglaterra.” (Scott Duncan, Associação Inglesa de Blues)





 

 

 

O lendário trio jazz-funk brasileiro foi formado em 1973 pelos integrantes originais da banda, o falecido Jose Roberto Bertrami, Alex Malheiros e Ivan Conti. O virtuoso pianista Kiko Continentino junta-se hoje a Malheiros e Conti para manter viva a chama da Música Popular Brasileira. Espere uma mistura de guitarra fuzz exuberante, paisagens sonoras de funk espacial e jazz psicodélico dos rebeldes do samba do Brasil. As lendas brasileiras vão tocar ao vivo com DJ Nuts, conhecido por possuir um dos melhores e mais variados acervos de discos do Brasil.





 

 

 

Criada em 2019 pelo guitarrista de blues, compositor e produtor Lancaster Ferreira (fundador da Blues Beatles e Serial Funkers), Moving Waters reúne os talentos vocais da diva do soul Twyla Correia e do veterano do reggae Kallil Melo, e a poderosa bateria funk e samba de Rafa Jamaica. Enquanto trabalhava no seu CD de estreia, previsto para junho de 2020, a Moving Waters fez uma apresentação a pedido de produtores locais com suas próprias versões de canções clássicas de Bob Marley, Paul McCartney, Louis Jordan, The Rolling Stones, Alicia Keys e Gnarles Barkley. First Rays é a única música autoral da Moving Waters nesse set list. Após o tremendo sucesso dessa apresentação (que foi apenas o segundo show da banda) a Moving Waters decidiu lançar os vídeos e áudios para o público antes de seu álbum autoral sair mais tarde esse ano. A performance contagiante e alegre da banda apresenta uma combinação surpreendente de blues, soul e reggae, que tem raízes profundas em suas longas carreiras individuais. Os solos incendiários de Lancaster seguem a tradição de improviso do blues, transformando cada show em uma experiência única. A voz impressionante de Twyla e sua performance altamente emotiva é como um raio laser indo direto para dentro de nossos corações. Kallil tem o dom natural de transmitir mensagens, nos mandando vibrações positivas através das letras de amor e paz da banda. Acompanhado por alguns dos músicos de maior destaque no cenário de reggae e soul do Brasil, Rafa Jamaica desenvolve os ritmos sólidos que fazem a Moving Waters ser não apenas uma banda ótima para se ouvir, mas também para dançar.





 

 

 

Durante o ano de 2016, na disciplina de Prática em Conjunto do curso básico em música do Centro de Formação Artística,surgiu a Onda de Sopro Big Band. Hoje funciona de forma independente do Centro de Formação e de maneira voluntária, com o propósito de estudar o instrumento e o repertório adotado. Os integrantes têm idades variadas, entre 17 e 60 anos. Além dos estudantes em formação, a Onda de Sopro conta com alunos já formados pelo Centro e músicos amadores de Rio das Ostras, RJ. Essa interação é fundamental para o desenvolvimento do grupo. Temos, antes de tudo, um compromisso com a troca de experiências e o aprendizado entre os integrantes. A Onda de Sopro Big Band é uma variação do modelo tradicional de Big Band, e desde a sua criação passou por diversas variações de instrumentação. Na formação atual do ano de 2020, a OSBB conta com três flautas, dois clarinetes, um saxofone soprano, quatro saxofones altos, dois saxofones tenores, um saxofone barítono, piano, baixo, guitarra, violão, bateria e três percussionistas. Totalizando 21 integrantes. Para o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival deste ano, faremos uma formação reduzida, com metade dos integrantes. Esses encontros proporcionaram uma capacidade de se adaptar às diversidades musicais e técnicas, além da diversidade humana de encontro na diferença. A Onda de Sopro Big Band procura uma forma de contato com as obras de grandes compositores. Todos os arranjos são adaptados para atender às necessidades do projeto, por conta da sua formação instrumental.





 

 

 

A banda de música instrumental Macahiba Jazz tem seis anos de grandes apresentações na Região. Primam pela forma descontraída e cheia de personalidade na interpretação de canções já conhecidas e músicas autorais. Formada por Samuel Daher (sax), Henrique Venâncio (guitarra), Fábio Guma (baixo) e Rodrigo Zago (bateria), já se apresentou na Casa do Jazz na edição de 2018 do Festival de Rio das Ostras. A Macahiba Jazz também pisou pela primeira vez no palco principal de Costazul para uma homenagem ao lendário baixista Arthur Maia, em 2019, e está confirmadíssimo na próxima edição. Por entre a bossa e o jazz, a banda traz clássicos da música popular brasileira e internacional de forma descontraída e cheia de personalidade.





 

 

 

Dona de uma voz marcante, que remete às grandes musas da música negra soul norte-americana, Cida Garcia mostra toda sua potência vocal em um repertório que visita standards do Blues. Cida, que iniciou sua carreira na década de 90, ganhou visibilidade ao conquistar o segundo lugar no projeto CANTA RIO DAS OSTRAS, onde abriu portas para, junto com a Macahiba Jazz, abrilhantar a transmissão ao vivo do Rio das Ostras Jazz e Blues Festival, realizada em junho 2021.





 

 

 

Revelada pela sexta temporada do reality musical “The Voice Kids”, da TV Globo a jovem riostrense Sofia Farah, de 10 anos, encheu o Município de Rio das Ostras de orgulho por conta de seu talento e sua entrega nas apresentações. Com uma trajetória digna de elogios por parte dos três técnicos – Carlinhos Brow, Michel Teló e Gaby Amarantos – e do apresentador Márcio Garcia, desde sua primeira apresentação nas audições às cegas quando cantou o clássico de Janis Joplin, “Mercedes Benz”, e virou todas as cadeiras, Sofia mostrou que a música faz parte de sua vida. Na Fase das Batalhas, Sofia cantou o sucesso “Let it Be”, dos Beatles, com Alice Braga e Kaori Yokota e foi a escolhida por seu técnico. Cantando o sucesso “Brasil”, de Cazuza, passou na fase “Tira Teima” ao ser uma das duas vozes escolhidas por Carlinhos Brown. Na sua primeira apresentação ao vivo, a jovem optou pelo sucesso do Aerosmith, “I Don´t Want to Miss a Thing”. Já na semifinal, Sofia apresentou a música “Chandelier”, sucesso na voz da cantora, compositora e produtora australiana Sai.





 

 

 

Campeã do primeiro concurso de bandas do Rio das Ostras Jazz e Blues Festival em 2014, o quarteto instrumental segue na estrada desde 2005. Formada por Júnior Muniz (baixo acústico, elétrico e violão ), Eduardo Bruno sax, gaita e flauta), Cleiton Guimarães (Piano) e Diego Freitas (Baterista e percussão), o grupo surgiu a partir de um grupo de estudos de quarto amigos de Rio das Ostras. Na bagagem, referências como: Jaco Pastorius,, Chick Corea, Four Play, entre outros.




 
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festival

Apontado pelos críticos como um dos melhores festivais do gênero no mundo, o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival chega à sua décima sétima edição. Este ano o Festival será realizado entre os dias 12 a 15 de novembro, com uma seleção dos melhores instrumentistas e intérpretes da atualidade, que se apresentarão em palcos montados ao ar livre, com shows gratuitos.


Desde a sua criação em 2003, o Rio das Ostras Jazz&Blues Festival realizou mais de 550 shows, 100 palestras e workshops para cerca de 1 milhão de espectadores, estimulando o interesse pela música de alta qualidade e criando oportunidades para o público conferir de perto alguns dos maiores nomes do Jazz, Blues e da música instrumental nacional e internacional. Durante todo esse período o Festival manteve-se fiel à sua proposta inicial que é focada em formar público, alavancar o turismo, gerar renda, atrair negócios, ofertar cultura, democratizar o acesso ao bem cultural por meio de sua total GRATUIDADE e fomentar a economia através de sua continuidade, o que foi comprovado por estudos feitos pela FGV-RJ por quatro anos, bem como assumir a responsabilidade social de estender suas ações para além dos palcos, criando parcerias em projetos culturais e sociais ao longo do ano. Todos os objetivos foram e continuam sendo alcançados.


O festival, realizado pela Azul Produções com o apoio da prefeitura da cidade de Rio das Ostras, através da Secretaria de Cultura, faz parte do calendário oficial de eventos do Estado do Rio de Janeiro, devido a sua importância.